Cuidado com doenças ao fazer uma Tatuagem ou colocar um Piercing

Saúde e Bem Estar
Publicado em: 11 de abril de 2014 - Visto 554 vezes.
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    Já se foi o tempo em que tatuagem significava uma filosofia de vida ou uma demonstração de rebeldia. Hoje, na maioria dos casos, ela é apenas uma opção de estilo: a pessoa adota uma tatuagem com escolhe corte de cabelo.

    Os cuidados, porém, são os mesmos de antigamente. O risco de contrair doença sérias ou mesmo enfrentar contratempos é significativo.
    “Ao fazer uma tatuagem, a pessoa deve ter certeza do que quer, porque removê-la depois é difícil”.
    “Além disso, há o risco de se contrair doenças”, como hepatite C e Aids.

    Por isso, o primeiro passo é escolher um profissional sério, habilitado, que tenha o máximo cuidado com a higiene.
    Quanto ao local do corpo, não há nenhuma região mais segura.
    A cicatrização em mucosas, em geral, é mais fácil e não deixa marcas. Mas o risco de infecções se mantém.

    Outra dica é escolher regiões do corpo onde haja bastante pele, para que não seja necessário um enxerto caso a pessoa decida retirar a tatuagem.

    O tipo de tatuagem conta. Quanto menor e menos colorida, menor é o risco de infecção e mais fácil a remoção.
    Um dos riscos é o de reação alérgica à tinta. Isso pode exigir tratamento contínuo.
    Também pode surgir uma queloide (espécie de cicatrização irregular que deixa a tatuagem em alto relevo e precisa ser tratada). Para retirar a queloide pode ser preciso até intervenção cirúrgica.

    Remover a tatuagem é complicado. “A pele sempre vai ficar mais clara naquela região porque é removida a epiderme, camada da pele onde estão os melanócitos, que dão cor à pele”.
    A pele fica diferente mesmo com bronzeamento.

    Os especialistas recomendam que os pais só permitam tatuagem quando os filhos tiverem mais de 18 anos. “É bom conversar para ver se a tatuagem não é uma forma de suprir a necessidade de auto-afirmação. Nesse caso, uma marca na pele não vai resolver”.

    O piercing é outro adereço cada vez mais comum, especialmente entre jovens, e exige os mesmos cuidados da tatuagem. Muita gente opta por usar essas peças na língua ou até mesmo nos genitais, o que torna a situação ainda mais arriscada.

    Fonte: Recebi esse texto de um amigo pelo Facebook e não sei a fonte. caso conheçam, por favor indique a mesma para que seja devidamente citada. Obrigado.

    Sending
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    Sobre o autor:

    Esse post foi publicado em 11 de abril de 2014 por Alexandre Santos.
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